sábado, 17 de maio de 2008

As Ns maneiras de cobrar produtividade e aumentar a qualidade de vida dos funcionários

Resumo:

Notícia publicada no site Segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Paloma Oliveira – Karina Almeida em 14 de maio de2008.
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=6128&Itemid=1

Esta notícia mostra que antes de pensar em programas de qualidade de vida as empresas devem pensar o que é qualidade de vida para a empresa e seus colaboradores e ainda se a getão está preparada para essas mudanças.
Existem duas grandes frentes para que se promova a qualidade de vida no trabalho: a primeira é a parte física e a segunda é a parte psicológica. As necessidades fisiológicas e de segurança são as mais fáceis de serem atendidas, pois são necessidades básicas e na grande maioria é algo tangível: conforto no ambiente de trabalho (ergometria), alongamento e massagem (para aliviar estresse físico), áreas de relaxamento, melhor transporte, refeitórios atrativos (boa comida e visual), etc.Mas de nada adianta se a gestão nas empresas não foi devidamente preparada para lidar com as pessoas e as novas demandas que surgirão com a implantação dos programas, pois as pessoas com o passar do tempo vão se tornando mais críticas e mais exigentes, de seus direitos e de seus anseios. Enfim, toda mudança cultural deve ser muito bem planejada e executada com um acompanhamento muito próximo da área encarregada pelo projeto para poder fazer os ajustes necessários para o sucesso do programa.

Reflexão:

Reportagem bem elaborada, começa mostrando como o assunto, qualidade de vida no trabalho, está sendo tratado na atualidade e se desenvolve mostrando a importância que representa o bem estar dos colaboradores da empresa em todas a perspectivas principalmente em resultados e produtividade. Mostra que não basta cuidar apenas do físico, mas também do psicológico. É uma reportagem relativamente pequena, mas que mostra bem o que se propôs no início e é de fácil entendimento e compreensão, ou seja, é uma reportagem "light", interessante, boa de se ler.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

A importância do trabalhador cuidar de sua saúde

Notícia no jornal Paraná On Line, em 30.04.2008
http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=344364&caderno=23

Resumo

A reportagem mostra que, devido a forte concorrência na busca de um emprego, os trabalhadores ao conseguirem uma vaga, nem se preocupam em saber como aquela empresa cuida da saúde de seus funcionários. O que importa no momento é estar empregado.
"Segundo a fisioterapeuta Ana Carolina Chaves e Silva, a falta de orientação e prevenção não é a única culpada, pois os trabalhadores vivem num ambiente de forte pressão, alta competitividade e instabilidade no emprego, e que dentre as enfermidades mais comuns estão as lesões por esforço repetitivo ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (LER/Dort), as quais correspondem a 80% das doenças ocupacionais registradas no Brasil."
O Anuário Estatístico da Previdência Social de 2006, último publicado pelo INSS, mostra que número de mortes relacionadas ao trabalho diminuiu 2,5%, em relação ao ano anterior. Entretanto, os acidentes de trabalho aumentaram e ultrapassaram os 500 mil casos, somando os típicos, os de trajeto e as doenças ocupacionais.
Para diminuir esses números, as empresas estão contratando profissionais capacitados para garantir o máximo de segurança no seu ambiente de trabalho. Esses profissionais, além de fiscalizar , também tem o papel de educar os funcionários para agirem de forma preventiva.

Reflexão

A reportagem é um pouco confusa começa falando sobre a competividade e a dificuldade atual de se conseguir um emprego, e depois mistura vários assuntos. Aborda questões como postura, moléstias relacionadas com o trabalho, mas não explica qual seria essa relação. Fala sobre a LER/DORT, mas não esclarece as causas dessas doenças.
Dá um exemplo de uma profissional de marketing que trabalha em casa, mas não fundamenta o exemplo para a compreensão da importância de se ter um ambiente confortável e seguro para garantir a qualidade de vida do trabalhador. O exemplo, que poderia ser uma importante ilustração, se perdeu no texto sem acrescentar muito para o entendimento do leitor.
Então, passa a falar sobre doenças respiratórias, depois mortes e acidentes no trabalho, leis trabalhistas e por fim enumera algumas causas de preocupação.
Enfim, o texto abordou vários assuntos e não se aprofundou em nenhum , deixando tudo muito vago, até o título da matéria perdeu o sentido.



domingo, 27 de abril de 2008

Flexibilidade no trabalho melhora produtividade e saúde dos funcionários


Em 25/04/2008, em notícias da globo.com, G1/ciência e saúde/psicologia, sem assinatura, http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL426307-5603,00-FLEXIBILIDADE+NO+TRABALHO+MELHORA+PRODUTIVIDADE+E+SAUDE+DOS+FUNCIONARIOS.html

Resumo da matéria


A reportagem fala sobre pesquisa feita pela Faculdade de Medicina da Universidade Wake Forest, em Winston-Salem (Carolina do Norte) , segundo os pesquisadores a flexibilidade da condições de trabalho representa um fator fundamental para manter os funcionários satisfeitos, produtivos e leais a sua empresa. A flexibilidade nos locais de trabalho diz respeito à capacidade dos empregados de modificar o local, o momento e a duração de suas tarefas. Os pesquisadores analisaram os cadastros com informações sobre a saúde fornecidos por 3.193 funcionários de uma grande empresa farmacêutica. E concluíram que a diminuição da flexibilidade mostrou-se relacionada com uma redução do comprometimento pessoal com o emprego, mas teve pouco impacto na freqüência das faltas. Já oferecer uma variedade de situações alternativas de trabalho e treinar os gerentes e supervisores para serem compreensivos quanto às demandas da vida pessoal de seus funcionários podem ajudar a criar uma cultura de flexibilidade, acrescentaram os pesquisadores.

Reflexão

A reportagem sem assinatura me parece um pouco fantasiosa, talvez, não a reportagem, mas a pesquisa. Em nome de qualidade de vida no trabalho, já estariam exagerando um pouco, pois para uma flexibilidade da forma proposta pela pesquisa, os funcionários já teriam que ser muito comprometidos com a empresa. Imaginem que as empresas tivessem essa flexibilidade, eu acho que viraria bagunça, pois a empresa precisa ter controle sobre seu quadro de funcionários.
"A flexibilidade nos locais de trabalho diz respeito à capacidade dos empregados de modificar o local, o momento e a duração de suas tarefas." E se em determinado dia os funcionários de um setor resolvessem que: "hoje não é o momento para trabalhar", e as tarefas que ninguém gosta de fazer, mas que tem que ser feitas.
É inegável a necessidade de termos qualidade de vida no trabalho, mas precisamos pensar, também, na saúde das empresas da qual tiramos nosso sustento.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Qualidade de Vida e Trabalho

Qualidade de Vida e Trabalho por Elaine Reis, em 26.03.2008, em
www.folhadaregiao.com.br/noticia?87837&PHPSESSID=2f1ef7915731d8f

Resumo da matéria

A qualidade de vida passou a ser discutida também nos tribunais do Judiciário brasileiro através de ações pleiteando danos morais por doenças adquiridas em ambiente de trabalho. A falta de lazer e a rotina quase que exclusiva de trabalho tem gerado um sentimento e até o conceito de que é o trabalho e não uma rotina de vida viciada que produz inúmeras doenças.
A fibromialgia, por exemplo, que acreditava-se ser causada por movimentos repetitivos, peso e excesso de esforço, que causariam inflamações e dor, descobriu-se que tais fatores não desencadeiam a doença e que inexiste qualquer inflamação no diagnóstico da fibromialgia. Isso nos leva a concluir que o não-investimento pessoal na qualidade de vida leva ao surgimento de doenças que não são laborais, mas com reflexos no trabalho.
Portanto, em muitos casos não são as empresas ou as atividades laborais, mas sim a qualidade de vida dos trabalhadores, seus hábitos e sedentarismo que desencadeiam doenças diversas.
Conclui-se que os trabalhadores devem estar atentos a sua qualidade de vida, investindo em lazer e atividades relaxantes, pois não será o pagamento de indenizações trabalhistas a cura para as dores, sejam físicas ou morais.

Reflexão:

A autora, advogada trabalhista do Peixoto e Cury Advogados, em São Paulo, mostra o tema qualidade de vida no trabalho por um outro prisma. Na verdade, estamos acostumados a enxergar o lado do trabalhador, mas sem levarmos em consideração esses aspectos expostos pela autora. Atualmente estamos tão preocupados com tantas coisas, até mesmo além do trabalho, que nos esquecemos de cuidar de nosso lazer . E a autora nos mostra, de forma crítica, que não adianta a empresa investir em qualidade de vida no trabalho se o trabalhador não aproveita esses investimentos, e ainda, não cuida da qualidade de vida fora do trabalho continuando com o sedentarismo e falta de laser em sua vida particular.
Portanto é necessário que as empresas invistam na qualidade de vida de seus colaboradores, mas é preciso que tais colaboradores, também, se sintam responsáveis pela sua qualidade de vida.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

DEPRESSÃO IGNORADA

Depressão Ignorada, Por Beatriz Araújo de Castro Rangel, em 31.03.2008, em http://www.rh.com.br/ler.php?cod=5010&org=2

Resumo da matéria:
A depressão, uma doença que assola 40% da massa de trabalhadores, deve ser contra atacada pelos recursos humanos das corporações. Apesar de proporcionarem atividades importantes como ginásticas laborais e outros eventos de integração não se pode ignorar o prejuízo que a depressão pode causar a corporação. A depressão causa falta de interesse, baixa produtividade, dificuldade de relacionamento e em alguns casos excesso de afastamento do trabalho. Em estudo realizado pela ABRAPA(Associação Brasileira de Transtornos Afetivos) 72% dos deprimidos não reconhecem os sintomas e 44% dos que desenvolvem a doença continuam a se arrastar pelos escritórios e linhas de produção. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a depressão é a segunda causa de incapacidade no trabalho e, até 2020, deve estar na ponta da lista, e o pior a doença aparece entre os 20 e 40 anos, no auge da vida profissional.

Reflexão:
A autora, médica psiquiátrica e psicoterapeuta, dá a sua opinião de como deve ser tratada a questão pela área de recursos humanos das corporações. Ela dá uma idéia de como a depressão pode afetar uma organização, tanto na perda da mão de obra, como em gastos com a saúde de seus colaboradores. Ela trata o tema com imparcialidade, reconhecendo inclusive as atitudes de melhoria de qualidade de vida tomadas pelo recursos humanos, mas enfatiza que é necessário que se faça muito mais para enfrentar essa doença. Num ambiente de trabalho altamente competitivo e sobre várias formas de pressão, a depressão não escolhe suas vítimas por idade, hierarquia ou profissão, portanto deve ser tratada com objetividade e sem preconceitos pelos profissionais da área.



segunda-feira, 17 de março de 2008

Trabalho com Saúde

Nesse mundo globalizado, onde temos que acompanhar mudanças rápidas e estar sempre atualizados para garantirmos nossa empregabilidade temos que pensar um pouco, também na nossa qualidade de vida no trabalho. São tantas as pressões do dia a dia que os profissionais da atualidade andam um pouco estressados. O próprio stress é uma doença decorrente desse ambiente, onde o mais esperto engole o outro. Mas as empresas já começaram a se conscientizar procurando melhorar o ambiente de trabalho e disponibilizar para seus funcionários programas para melhoria da qualidade de vida.
A empresa na qual trabalho possui verbas para serem utilizadas em programas de melhoria da qualidade de vida no trabalho.